Quando a boca cala, o corpo fala...


Olá meninas... Espero que tenham tido uma semana produtiva...



"Quando a boca cala.... o corpo fala".  Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.

Temos sempre a impressão (ou a cobrança social) que devemos ser amáveis 100% das vezes, que devemos saber calar, que não devemos gastar energia com o que não nos trará benefícios aparentes, que devemos relevar o que os outros fazem ou falam aparentemente sem pensar.

Nos foi ensinado (ou simplesmente cobrado) que nossas ações de passividade mostram uma boa educação e quem responde ao pé da letra não teve berço, vem de origem rampeira ou não sabe se comportar em sociedade.

No entanto, posso destacar dos maiores benefícios que as mais de três décadas sobre a terra me trouxeram, o entendimento que a pessoa mais importante na minha vida sou eu, importa o que eu penso e os meus valores. 

Deixei para tras o compromisso de ser aceita, de ser querida, de ser popular em nome do que eu prezo e do que eu acredito que é mais autêntico e mais importante para mim e para a pegada que deixarei no mundo quando dele partir.

Já não sou cordial, nem bem educada às raias da passividade. Não pretendo nunca mais sê-lo e acho que quem preza a própria saúde e os mais valiosos valores pessoais, deveria ao menos pensar em também adotar essa postura.

Não ter "jeitinho" e nem "deixa pra lá". Fazer o que é correto. O que deve ser feito. Dizer o que tem que ser dito e pronto. Sem choro nem vela. 

Já é há tempos esse o meu jeito de viver. Não padeço de nenhuma das patologias que o anúncio adverte. E você? Aceita pensar sobre o assunto?



Quando a boca cala.... o corpo fala!!!

O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

Preste atenção!



Tenham um bom fim se semana...




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