Verão em Nova York - Parte I: O apartamento alugado e o vôo

Fomos e voltamos! Uma viagem tão programada, com tantos meses de antecedência e no final (como sempre) as coisas acabaram se atropelando, nem tempo de vir ao blog pra contar que estava indo viajar. Enfim…

Passamos nove dias em Nova York, Dudu, minha irmã e eu. Alugamos um apartamento no Upper West Side, super legal e equipado com tudo. Foi super cômodo ficar em um lugar mais espaçoso, principalmente por conta do Dudu, lá tinha mais espaço pra ele se sentir confortável. E assim foi! Diferente do stress de ficar em quarto cheio e apertado como foi em Orlando, o apartamento de 80m², com um quarto enorme, sala, cozinha e banheiro caiu como uma luva. Não quero mais outra vida, hotel nunca mais!! O apartamento foi alugado de um Brasileiro, super confiável. Tratamos tudo por e-mail, depositei metade do valor em Reais na conta dele no Brasil quando fechamos negócio e a outra metade foi depositada em dólares no Citibank, depois que chegamos lá. O preço foi pouca coisa mais barata que um hotel, mas com a vantagem de ter mais espaço, mais liberdade, não precisar fazer check in e check out. Fora a vantagem de poder fazer algumas refeições em casa, mais barato e cof, saudável. Algumas fotos do apartamento (não reparem na bagunça!):

 

 

Vou fazer os posts aos pouquinhos e com detalhes e muitas dicas.

O Vôo

Chegando no Aeroporto, surpresa! A Decolar não reservou a passagem do Dudu, mesmo com todos os e-mails confirmando a reserva. Tive que comprar a passagem dele no balcão, à vista. Era isso ou então ele voltaria pra casa. Paguei espumando de tanta raiva sorrindo e fiquei de resolver esse problema na volta (depois vou postar sobre isso também).

Fora esse pequeno problema, as atendentes da Delta foram muito atenciosas, fizeram nosso check-in como preferencial e mudaram nossos assentos para que ficássemos na fileira do meio, uma em cada ponta e com o assento do meio livre, ou seja, Dudu poderia ficar nesse assento “gratuitamente” e mais à vontade para dormir, se movimentar, etc. Pudemos levar o carrinho até o portão de embarque e este ficou disponível assim que saímos do avião.

Meu maior medo era o Dudu não dormir no vôo e causar por 10 horas seguidas. Segui o dia que antecedeu a viagem normalmente. Mandei ele pra escola pra ele brincar e se cansar e gastar energia. O vôo foi as nove e meia da noite, horário que geralmente o Dudu está dormindo ou se preparando pra dormir, então torci pra ele pegar logo no sono. Na sala de embarque ele não dava o menor sinal de cansaço, brincou, mamou, comeu bolacha, correu (e eu atrás). Levei o kit de sobrevivência que já falei aqui, rezei e fomos.

DSC03986 Assim que entramos no avião e nos acomodamos, peguei um livrinho que havia separado pro Dudu se distrair e já usei a chupeta pra acalmá-lo. Pouco tempo depois ele adormeceu, sem choro, sem escândalo, muito tranquilamente. Quando ele adormeceu mais profundamente, acomodei ele no assento do meio, cobri e coloquei uma máscara pra evitar a claridade (a máscara eu levei, o avião só fornece nos assentos da classe Business – não era o caso).

Dudu dormiu nove das dez horas de vôo e acordou quando estavam começando a servir o café da manhã. Acordou bem disposto, mamou e mais uma vez me surpreendeu. As pessoas à nossa volta elogiaram como ele se comportou bem a noite toda (Rá pra vocês!).

Me surpreendi mesmo com ele, achei que ele ia dar o trabalho que deu em Orlando, mas não. Ele cresceu e virou um mocinho. Meu orgulho! Muito amor no coração.

Minha dica é seguir com a rotina normalmente e o sono virá. Não sei se teria a mesma sorte se o vôo fosse diurno, mas com vôo noturno o soninho é garantido!!!

No próximo post vou falar sobre os primeiros passeios que fizemos (e os micos que pagamos).

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Sem firulas © Layout criado por: Algodão Doce Design
imagem-logo